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Um poema ridículo para um ano mais ridículo ainda

28 de December de 2012, 00h21

Uma vez fui atropelado.
Foi coisa boba,
De um motoqueiro que veio por trás de um baú,
E que quando me viu,
Bem ali na faixa de pedestres,
Ja não teve como parar.

Ele estava errado.
Eu estava bem.

Então falei:
— Corre ‘que se eu anotar tua placa, tu tais fodido.
Ele, abobado e assustado, correu.

Corre, dois-mil-e-doze, corre…
‘Que se eu anotar tua placa…

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